sexta-feira, 28 de outubro de 2011

— eu te amo.
— não devia.
— te amar?
— mentir.


    — eu… odeio ele. — não, você só odeia o quanto o ama por mais que idiota ele seja. 

-

- e se eu dissesse que ainda acredito em nós? faria alguma diferença?


“eu te amo” “isso é psicológico”

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